terça-feira, 5 de dezembro de 2017

França e Argelia

A situação que a França vive, duma extrema pressão da sua communidade islamica, é o prolongamento da guerra da Argelia. Do mesmo modo que na altura foram corridos da Argelia, os francezes tenderão a ser corridos da sua terra. A guerra passou dos confins do imperio ao coração do imperio.

Christianismo e Islão

Os valores christãos e os valores islamicos são exactamente o inverso. O christianismo é uma religião de paz e de amor. O Islão é uma religião de guerra e de morte.

666

Na Segunda Guerra Mundial, morreram 666 milhões de judeus, pelo menos. Bué mesmo.

Cervantes: Don Quijote de la Mancha


Honoré de Balzac: Les Chouans


Alexandre Soljénitsyne: L'Archipel du Goulag


Victor Hugo: Quatrevingt-Treize


Emile Zola: Germinal


Italo Sordi: Buddha


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Boas Ligações

Palavras do Sancto Condestavel



O Baptismo ou a Espada


A Verdade

A Verdade vae salvar o mundo. Mas entretanto, vae fazel-o explodir.

A resistencia ao status quo immoral despoleta conflictos de grande dimensão. Tensões mundiaes. Não é possivel ficar-se por guerrazinhas locaes e particulares. Não é possivel mudar “só uma coisa”. Basta um homem mudar a sua mentalidade e as suas convicções, agindo firmemente em conformidade, para isso ter consequencias de grande dimensão e de natureza fundamental. O Demonio será vencido, mas não sem grandes batalhas. A sua paz é uma paz podre, cheia de ameaças latentes.

Catalanismo

Observando o movimento independentista catalão, e mais ainda o seu analogo basco, vê-se um forte espirito de burrice e rebeldia esquerdista. Não é tanto a revolta duma nação opprimida, como a rebeldia parva duma minoria fragil contra o povo castelhano, contra a sua auctoridade e contra o rey. A logica desse movimento, no limite, é a limpeza ethnica e o genocidio dos castelhanos.

Esta palermice ha-de acabar em banho de sangue. Para os catalães... Quem manda na Peninsula Iberica é Castella. Sempre foi assim. Quando o leão accordar, coitado de quem estiver no seu caminho.

Uma Personagem Tragica

José Socrates

Amar o Chefe

Quando não ha respeito entre um chefe e as suas gentes, é sempre mau sinal, e presagio de que algo violento está por accontecer. Ou o chefe não cumpre a sua missão, não merece o respeito, e duma forma ou de outra será corrigido. Ou os subordinados estão em rebellião, e terão que ser exmagados.

De qualquer forma, não pode haver felicidade e tranquillidade na nação emquanto não for encontrada a harmonia com a auctoridade. E quando o reencontro se faz, é um momento de rara alegria: o da genuina unidade nacional.

Predadores

O mouro não é violento por opposição ao mal, mas sim porque é mau. Não é conservador ou reaccionario, mas antes predador.

Espada nelles!

Um Campo de Lavoura

É um erro, da parte dos christãos, ver o mundo islamico como um bloco immutavel e impermeavel à Cruz. Na verdade, o coração e a consciencia do musulmano são um campo de lavoura, trabalhado pelas forças do Bem e do Mal. O mouro está em duvida e em soffrimento interior.

Os musulmanos teem uma fé exhibicionista e “horizontal”, que se impõe muito fortemente à sociedade com todo um conjunto de regras picuinhas e suffocantes. Os christãos, observando-os e comparando-os com as suas sociedades apparentemente desprovidas de fé, podem ser temptados pelo desespero, cahindo no erro de se deixar intimidar. Mas na verdade, no mundo islamico, só uma pequena minoria intensa e violenta tem uma fé forte. É esta minoria que leva sociedades inteiras para o crime e para a perdição, e é ella que basta destruir para vencer.

Ha da parte dos christãos uma lucta a travar face às investidas do Islão. Uma lucta espiritual, antes de mais nada e principalmente, apesar das suas manifestações exteriores violentas. O christão só pode vencer o Islão e salvar os mahometanos da desgraça, tendo mais fé do que estes. É a fé que move a espada.

Ahi está a virtude do mouro: desafia o mundo para a fé.

Citação: Erik von Kuenelt-Leddihn

Se Deus não existe, tudo é permitido. Se Deus existe, tudo é possivel.

Obrigado Mahomé

Obrigado por nos mactar. Obrigado por nos corrigir. Obrigado por nos trazer de volta à Fé.

Africa e Europa

Não é bom que Africa invada e destrua a Europa. Pelo contrario, é necessario que a Europa colonize, civilize e evangelize Africa.

Um Traidor

Um descendente de portuguezes que tomou partido contra os seus. Um creoulo que destrui o poder dos creoulos sobre a Guiné, e a entregou aos primitivos. Um homem que tomou armas contra os seus. Um homem que, por designio proprio ou pelas necessidades da guerra, mactou e mutilou os homens, as mulheres e as creanças do seu paiz, poluindo a sua terra com minas. Um homem que se financiou, que se treinou e que se armou juncto de potencias extrangeiras. Um agente consciente ou inconsciente do communismo. Um homem que fez guerra ao seu paiz a partir de nações vizinhas. Um homem que levou a sua terra a uma independencia de fracos no meio de gigantes hostis. Um homem que foi educado pelos brancos, e que beneficiou de Portugal como poucos africanos, tendo-lhes cospido em cyma em agradecimento. O parallelo oeste-africano do Mario Soares, do Agostinho Neto e do Samora Machel. Uma das personagens mais tragicas da historia de Africa occidental. Um falso heroe.

Assim foi o traidor Amilcar Cabral!

A Restauração

A nivel material, e não só, Africa é um desgraça. Africa é francamente disfunccional. Com a descolonização, houve um collapso civilizacional. Em muitissimos aspectos, Africa está hoje em dia peor, muito peor, do que estava no tempo dos brancos.

Dicto isto, é um erro pensar que este estado de coisas é permanente, que não tem solução. Os africanos são inferiores em termos culturaes. Mas não são geneticamente inferiores. Ha mentalidades difficeis a combatter, mas as mentalidades mudam.

Tudo o que é necessario à existencia duma civilização agradavel está presente em Africa: estradas, hospitaes, escholas, redes de abastecimento, instituições, leis. Nem que seja por herança do tempo colonial. Contudo, por causa da corrupção, da preguiça e da incompetencia, está tudo num grande estado de descalabro. Mas basta um empurrão no automovel para o motor voltar a trabalhar.

É preciso perceber que os africanos, especialmente os mais velhos, apesar de participarem todos um boccado da palhaça que é a sua terra, teem uma consciencia diffusa da situação em que se encontram. Mas por natureza, são extremamente fatalistas. Conformam-se com a sua sina, mesmo quando vivem ao nivel dos animaes. Falta-lhes a força de vontade, a visão e a esperança para agir. Pensam que não ha nada a fazer. Não teem coragem para se opôr às hostilidades violentas que uma tomada de posição inevitavelmente provocaria. E teem alguma desculpa quanto a essa passividade, porque o esforço necessario ao endireitamento de Africa, para que simplesmente alcance o seu potencial, é propriamente heroico. Ou seja, é obra para um Heroe: o homem que carrega o mundo às costas, por escolha propria. É preciso derrubar todo um systema, e suplantar toda a velha elite.

Os africanos estão insatisfeitos, à espera que alguma coisa acconteça: o Chefe. Quando os homens grandes de que Africa precisa surgirem, quando elles espetarem as lanças no chão e desfraldarem as bandeiras, serão seguidos e bem succedidos. As mudanças beneficas que accontecerão não serão graduaes, mas sim bruscas. Mas ainda não chegou o tempo. Os africanos aindam precisam de soffrer um pouco, para ficarem mais humildes. E os heroes ainda precisam de rezar, para ganharem coragem. No momento certo, bastará uma faisca.

Conquistar

Em todas as instituições humanas, das empresas aos estados, passando pelas associações, ha sempre dois partidos em lucta pelas posições de poder. Ha sempre dois grandes “blocos” politicos, com uma practica e uma cultura algo semelhantes: uma Direita e uma Esquerda.

Se alguem quer influenciar esse systema, tem que crear uma força terceira que se vá inserir na lucta existente à partida. Junctando meios humanos e financeiros, mesmo que minoritarios, consegue-se alcançar a “força de baloiço” entre os dois partidos principaes. É a força minoritaria – os extremistas – que acaba por dar a victoria a um campo ou outro, o que implica que os partidos de poder precisam de cortejal-a para atingir os seus objectivos.

Essa realidade aplica-se às instituições politicas da Europa. Arredondando, existem hoje trinta membros na União Europeia. Alcança-se uma maioria com quinze nações. Tendo em conta as variações eleitoraes, a diferença entre os dois polos politicos da Europa não passará de cinco a dez membros.

É isso que é necessario para mandar na Europa: meia duzia de nações. Quando uma nação conseguir junctar à sua volta uma poucas outras, fixará o rumo da Europa. O centro terá o exercicio visivel do poder, mas será o extremo a fixar a linha politica seguida. E o mesmo se pode dizer relativamente ao Mundo, atravez das instituições das Nações Unidas: quando um par de continentes se junctar, o mundo inteiro terá que prestar attenção.

Se Portugal encontrar um chefe com firmeza e com visão, sem grandes ambições pessoaes, poderá alcançar aquillo que como nação pequena e fraca precisa: segurança e tranquillidade. Basta-lhe ser manhoso, e não se render.

domingo, 14 de maio de 2017

A Guiné Não Cahirá

Seus porcalhões islamicos!

Atrazados Mentaes

Os turras do PAIGC! Falta-lhes um parafuso. Quando os portuguezes estavam no poder, não estavam contentes. Quando os creoulos de Cabo-Verde mandavam, limparam-lhes o sebo. Quando um chapeu vermelho governa, reclamam. Quando o Injae bufa, choram. E mesmo quando os seus partidarios estão no poleiro, manifestam-se!

Mas esses selvagens querem o quê?! Alguem consegue perceber? Querem mammar, querem fornicar tudo e todos, querem saltitar, querem gritar, querem chatear a cabeça à malta, querem fazer o pino, querem o quê?

Os tugas ainda vão ter que voltar à Guiné para pôr ordem nesta macacada. Preto, só em dictadura militar.

Um Pidjinguiti! Dois Pindjiguitis! Dez Pindjiguitis! Mil Pindjiguitis!
Que os Pindjiguitis floresçam pelo chão da Guiné!

Vamos Pindjinguitar!
Vamos Bombar!
Desta vez vae doer!
Desta vez é a valer!


I ka tchora... Sufri!...

Velhos Cynicos

Cabrões dos velhos. Teem todas as chartas do baralho nas mãos, mas não abrem os dedos nem um boccadinho. Pode estar meio paiz a arder, desde que o delles esteja garantido, está tudo bem. Après moi le déluge!

Vae ser necessario afastar esta gente à mocada.

A Caminhada da Esquerda

A Esquerda não é a favor de nada. É contra tudo e mais alguma coisa. É contra a propriedade privada, contra a Egreja, contra os seus mandamentos, contra o patriotismo, contra a Nação, contra a liberdade, contra a auctoridade, contra o phallo.

A Esquerda ha-de cahir nas mãos de quem sabe muito bem o que quer. De tanto combatter uma auctoridade benigna, ha-de soffrer um jugo cruel.

De portuguez christão a mouro arabe, eis o percurso esquerdista.

Ensquerdar

“Portugal precisa de ser ensquerdado!”

Hmmmmm... Não! Soa mal.

Paciencia, Resistencia e Oração

Face ao peccado e à decadencia que se vê na sociedade, assim como as suas manifestações politicas, é preciso não desesperar. Por um lado, só os excessos dos maldosos podem provocar na população a determinação para o combatte, dando às auctoridades o poder que precisam para endireitar a nação. Por outro lado, uma nação peccadora é uma nação fraca, condenada a soffrer guerras. E a guerra corrige tudo.

Erros Islamizantes

O mouro não age como um barbaro por causa do imperialismo americano, pelos crimes de Israel, por ser discriminado, por vingança das cruzadas, por ser pobre e viver em bairros degradados, por ser barrado à entrada das discothecas, ou por se sentir chocado pela perversidade do mundo occidental. O mouro é um monstro porque é essa a sua natureza.

Quanto mais gente desta se mactar, melhor.

A Cobardia do Clero

O clero prefere ver a Egreja a morrer do que tomar uma posição.
O clero prefere entregar o patrimonio da Egreja do que tomar conta delle.
O clero prefere recuar do que luctar.
O clero prefere tractar da barriga do que confrontar a hierarquia ecclesial.
O clero prefere o consenso à verdade.
O clero prefere a liberdade à prisão.
O clero prefere a vida ao martyrio.
O clero prefere conformar-se com o ar do tempo do que combatter as imbecilidades dos seus pares.
O clero prefere apascentar o rebanho do que luctar contra os lobos.
O clero prefere receber subsidios das auctoridades do que luctar contra as mesmas.
O clero prefere adulterar a Doutrina da Egreja do que enfrentar os erros da Modernidade.
O clero prefere o eucumenismo ao combatte das heresias.
O clero gosta de mentir com verdades. Prefere esconder a sua cobardia atraz das generalidades pias do Evangelho, do que fallar de pessoas, practicas, politicas e instituições concretas.

Deve haver uns quantos padres no Inferno.

Fraco

O musulmano é fraco, vendido, rendido, submettido, degenerado, carneiro, desprovido de convicção propria. E “jouisseur”, por cyma de tudo. O musulmano é aquelle que, a dada altura, se submetteu ao invasor, a um simples punhado de homens atrevidos, não por necessidade – a minoria não pode mandar na maioria sem o consentimento desta! - mas por falta de coragem e de fé. O musulmano é aquelle que repudiou a fé dos seus antepassados, e que tantas vezes até abdicou da sua propria identidade, arabizando-se (logo os arabes!), por desejar as vantagens que o estatuto social de dominante lhe dá: poder, mulheres e bens. Os invasores islamicos, passados os massacres iniciaes, deram sempre aos conquistados a possibilidade de guardarem a sua fé, e de viverem como dhimmis. O musulmano é aquelle que não teve fibra para se manter na resistencia. À excepção duma minoria sincera, geralmente cahida no jihad, não se deve grande respeito a essa gente. São uns cobardes e uns ambiciosos, incapazes de se opôr à pressão social.

O mouro é mau, pavão, barulhento e arrogante. É convencido, mas não é forte. É bravo aos magotes, e manso na solidão. Só triumpha quando não encontra resistencia. Só abusa porque lida com gente boa e tolerante, ou gente sem convicções.

No peor dos casos, quando a cruzada tiver falhado, mais valle ser um dhimmi do que um converso. Um christão serio não se deixa intimidar pela chungaria islamica, e soffre o martyrio se necessario.

GLORIA CHRISTI

As Luctas da Irlanda

O maior orgulho da Irlanda não está na sua guerra de independencia, que não foi nada mais do que uma revolta criminosa contra o seu proprio sangue. A gloria da Irlanda está sim na resistencia de varios seculos à heresia protestante.

O Soldado

Monstro e peccador. Heroe e sancto.

O Rebentamento de Africa

Quando o Islão e as revoltas identitarias fizerem explodir Africa, é de esperar que centenas de milhões de homens entrem em movimento. Será necessario paral-os...

A Cidade

A cidade é um logar feio e malsão. É um sitio de vicio, de ambição, de peccado, de insegurança e violencia, de artificialidade, de sujidade, e paradoxalmente, de solidão. Na cidade, o homem tem uma rede, mas não tem raizes. A cidade é revolução e perdição.

As Velhas Guerras

Ha conflictos antigos, com decadas e mesmo seculos, que mais tarde ou mais cedo vão reacender. As hostilidades entre a Europa e as suas colonias, ou entre a Christandade e o Islão, por exemplo.

Nas profundezas da psyche dos povos, ha hostilidades que tornam inevitaveis futuros confrontos, tendo em conta que os povos não são estaticos, e que haverá sempre alguma mixtura de gentes. Magoas, ressentimentos, odios parvos. Tudo isso impossibilita relações harmoniosas. Estas questões só se resolvem quando um dos campos vence o outro definitivamente.

A Funcção Politica

Em ultima analyse, um politico é sempre um chefe de guerra. A dada altura, precisa de dar e de soffrer a morte. Quem não tem fé para tal que se dedique ao commercio.

Uma Raça Feminina

Timida, teimosa, emotiva, supersticiosa e communitaria. Assim é a raça negra. Pode seguir, mas não pode liderar. Pode servir, mas não pode mandar.

A Força de Portugal

O portuguez é ameno, experto e sorridente. Mixtura-se, sabe embalar e fazer alliados. Quando é preciso distribuir umas cacetadas, tambem se desenrasca. Finalmente, no essencial, os portuguezes são muito unidos.

Ninguem dá nada por elle, mas quando vão a ver, está a mandar.

A Direita

A Direita tem razão. A Direita sempre teve razão. A Direita terá a ultima palavra.

Ironias Divinas

Observando o mundo e o homens, fica-se com a forte sensação de que para alem da sua furia, Deus tambem tem sentido de humor.

Terra de Missão

Africa é uma obra em curso. Ainda vae haver muitas batalhas no grande continente. Progressivamente, a vontade divina vae revelar-se, e o Bem triumphar. Haja esperança.

O Anjo de Portugal


A Furia Divina

O mundo moderno offende a Deus de tantas formas, e com tanta intensidade, que é inevitavel vir a soffrer um terrivel castigo. O grito dos inocentes vae chegar aos ouvidos do Senhor, e será feita Justiça.

Penitencia!

O Povo

O povo é bruto, invejoso, violento, mau, canalha, cobarde e selvagem. O povo é um animal perigoso. Não presta. Ha que capal-o, battel-o, enxotal-o, attal-o.

Mitralha nelles.

Uma Religião de Esquerda

O Islão não deve ser entendido como uma fé conservadora, ou mesmo reaccionaria. Pelo contrario, deve ser entendido como um phenomeno de Esquerda, de extrema-Esquerda. O Islão é revolucionario.

O que ha de mais parecido com o Islão, nos phenomenos politicos dos dois ultimos seculos, é o communismo. Como o communista, o mahometano é burro, falso, raivoso, invejoso, violento e inferior. Os mouros e os communistas teem os mesmo tiques mentaes, e chegam ao poder da mesma forma, pela cobardia e pela manha da burguezia.

O Bem da Guerra

Quando os homens se tornam muito immoraes e cynicos, o Senhor castiga-os com uma guerra. Ahi, são forçados a luctar até à morte pelo bem, pela defesa da sua terra e pelos seus principios. A guerra proporciona aos povos a occasião de mostrarem a Deus que accreditam nalgo.

A guerra é a redempção dos povos peccadores.

O Falhanço de Portugal

Aquando da descolonização, Portugal portou-se mal. Abandonou a sua terra e as suas gentes à ferocidade de organizações terroristas. Não luctou pelos ossos e pelo trabalho dos seus antepassados. Teve medo de despoletar as guerras que se impunham.

Sobretudo, Portugal não teve fé. E por isso, foi indigno.

Africa só voltará a confiar nos portuguezes quando estes regressarem montados no seu cavallo branco, de espada scintillante na mão.

sábado, 13 de maio de 2017

Le Chef




Partido Reaccionario



ENUNCIADO DO PROBLEMA

No seguimento do 25 de Abril, a ala mais radical da Esquerda fartou-se de roubar tudo aquillo em que pôde pôr as mãos. Fel-o indirectamente, atravez das centenas e centenas de nacionalizações do Estado portuguez. E fel-o directamente, com recurso a occupações de empresas ou fazendas, e violencias contra empresarios-capitalistas. Tambem isso se fez com a cumplicidade do Poder, que pelo contrario não teria fechado os olhos se os donos se tivessem defendido, assim como à sua propriedade.

O crime continua. Os legitimos proprietarios, ou seus descendentes, continuam sem poder gozar do que é seu: dos seus negocios, das suas casas, e dos seus "latifundios". O estrume syndicalo-marxista que se apoderou da propriedade dos seus patrões/senhorios acabou geralmente por se converter às virtudes do capitalismo, sendo que hoje é dono dos negocios e propriedades que roubou. Esta gente, que noutros tempos via a relação entre um patrão e os seus trabalhadores como injusta e exploratoria, não tem hoje em dia problema nenhum em mandar num sem-fim de trabalhadores e de lucrar tanto quanto pode dos seus negocios mal adquiridos. Alem disso, toda esta parasitagem tem contactos, influencia e posições no Estado. Por isso, apesar do Poder não ser tão extremo como foi nos primordios deste regime, é favorável à manutenção do status quo actual. Os ladrões roubaram, continuam a mandar naquillo que não lhes pertence, nunca pediram desculpas, e riem-sa na cara das suas victimas. As theorias com que justificaram os seus crimes - quer acreditassem nellas ou não - serviram simplesmente para dar azo à sua inveja e à sua cobiça. Entre enriquecerem pelo seu trabalho ou pelo roubo, escolheram a segunda opção, por ser mais agradavel, e pelo facto da situação politica da altura o ter permitido.

Os tempos do 25 de Abril foram tempos interessantes no que toca a mostrar o que as pessoas teem no fundo do coração. Deu para ver quem respeita os direitos dos outros por principio, e quem se aproveita da menor queda de pressão social (policias, leis, opinião publica...) para se atirar aos seus semelhantes que nem um lobo.

Este status quo é injusto. É tempo de destruil-o. É preciso que as victimas destes crimes, assim como as pessoas de bem em geral (mesmo que não tenham sido affectadas directamente pelos eventos do 25 de Abril), passem ao contra-attaque. O Partido da Reacção - todos aquelles que se oppõem às javardices communistas do 25 de Abril - tem que deixar de se conformar com a sua derrota. Esta gente tem que ganhar coragem e começar a dedicar-se seriamente à recuperação dos seus bens, assim como ao castigo dos criminosos que os roubaram e occuparam durante tantos annos. Sobretudo, teem que honrar os seus paes e avôs, que foram injustiçados por estes acontecimentos. Os espoliados teem que fazer agora aquillo que não conseguiram ou não souberam fazer na altura: luctar intelligentemente, seriamente e implacavelmente pelo que é seu. Teem que se assumir sem qualquer vergonha como reaccionarios, como gente que quer reagir às injustiças que foram feitas por este regime, repudiando o mytho segundo o qual tudo o que a Esquerda faz vae no sentido do Progresso. Roubar não é progressista.

Tem que se tirar a Esquerda do seu pedestal de falsa superioridade moral, no qual gosta de se empoleirar. E este attaque dos reaccionarios não pode e não deve ser moderado ou "razoavel", contentando-se com medidas consensuaes ou symbolicas, pois isto seria conceder legitimidade a mais ao Inimigo. Não se tracta de pedir umas miseraveis indemnizações pelo que foi feito. Não se tracta somente de evitar mais expropriações de ora em diante. Não se tracta simplesmente de se queixar. Nem ha que se contentar com alguma declaração governamental de repudio pelo que foi feito.

Mais uma vez, repita-se:
Tracta-se de recuperar a propriedade roubada, e de castigar os ladrões-occupantes pelo que fizeram. Nada menos do que isto é satisfatorio. Os crimes não prescrevem.


RAZÕES DA DERROTA

Houve varios motivos para a derrota dos espoliados do 25 de Abril. Primeiro, não estavam armados. Depois, não estavam unidos, organizados e ideologicamente aguerridos (ao contrario dos communistas, por exemplo). O Estado – força poderosa se ha alguma - era-lhes hostil. Finalmente, estavam completamente adormecidos para o perigo communista, que brotou quase de rompante na vida portugueza. Faltou-lhes um pouco de perspectiva historica. Se tivessem um pouco de conhecimentos sobre o modo como foi instaurado o communismo ao longo do seculo XX noutras sociedades (aproveitando-se sempre de periodos revolucionarios e democratizantes para pôr um pé no poleiro), e sobre as consequencias que isto teve, estariam muito mais attentos.

Mas não se diga que foi so culpa dos communistas, do "Systema", do Estado ou da situação. Os vencidos teem uma parte de responsabilidade no que lhes aconteceu. Mais do que qualquer outra razão, foi o seu espirito de carneiros doceis que os perdeu. Deixaram-se maltractar sem reacção. Este espirito ovino, esta falta de caracter e de auto-estima é tipica do "bom burguez" - a classe productiva dos trabalhadores, empresarios e proprietarios. E infelizmente para este, é um traço de caracter bem perigoso. Impede-o de se defender, o que leva a que sirva de refeição a gente sem escrupulos.

O bom burguez evita sempre o conflito. Faz sempre concessões àquelles que o parasitam e humilham de uma forma ou outra. Não tem o orgulho de gritar "Basta!" e de partir para a lucta. Contenta-se em servir de refeição para o Estado, anno apoz anno, decada apoz decada. Os exemplos disso são numerosos. Não se importa que o Estado lhe leve os proprios filhos atravez do serviço militar, para guerras distantes e inuteis, e que estes - o sangue do seu sangue - lhes regressem em caixões. Não se revolta contra a fiscalidade exmagadora que faz delle um escravo. Aliaz, até vota para aquelles – a pseudo-Direita dos compromissos “razoaveis” - que o traiem sistematicamente quando chega a altura de se oppôr à Esquerda .

Choca-se muito com a "violencia propria" (meu Deus, que horror!) daquelles que tomam a defesa dos seus bens e da sua liberdade nas suas proprias mãos. Para o burguezito, a violencia tem que ser deixada “às auctoridades competentes, senão é o chaos”. É suposto uma pessoa deixar-se roubar, ou mactar. Num confronto entre um “simples” cidadão e um agente do Estado, toma sistematicamente partido pelo agente do Estado, partindo do principio que este está a pôr na ordem um malandreco qualquer. Se o agente do Estado tiver um uniforme, peor ainda: ahi, o burguezito venera o seu glorioso "protector" como se de um deus se tractasse. O tal protector que lhe rouba metade do que elle ganha sob a forma de impostos, que trabalha para politicos traidores que o vendem ao extrangeiro, e que aplica todas as burocracias sujas e interesseiras que os varios lobis arrancam juncto do Poder.

E quando o Poder o expropria, quando lhe rouba propriedades (empresas e terrenos) que lhe custaram uma vida inteira de trabalho, propriedades onde foi creado, propriedades familiares com um forte valor afectivo e carinhosamente preservadas ao longo de gerações, nada faz. Ou então, feito parvo e acreditando na “independencia do Poder judicial”, vai contestar estas decisões nos tribunaes, que são financiados pelo Poder, e logo lhe obedecem. Mesmo que se veja claramente que estes roubos só servem para enriquecer uma clique manhosa de activistas “communistas” ou de barões das obras publicas. Até acceita as desculpas e justificações dos seus donos: “bem collectivo”, “solidariedade social”, “lucta contra a oppressão capitalista”, “ajuda aos mais desfavorecidos”, bla bla bla, bla bla bla. Em suma, o burguez é um palhaço. Um palhaço productivo e pacifico que não vive do imposto (o que o distingue positivamente da classe parasita dos funcionarios publicos, por exemplo), mas um palhaço na mesma. O burguez tem alma de escravo. Não é um guerreiro. De certa forma, tem sempre aquillo que merece. É trabalhador e esforçado, mas não é corajoso. Só é corajoso quando está às ordens. Mas não tem capacidade para dar aos ladrões e ao Estado a falta de respeito que merecem. Falta-lhe a coragem de contestar e combatter as auctoridades vigentes.

Faltou a esta gente espirito aristocratico: o caracter insubmisso e destemido do guerreiro que vae para o combatte por um ideal, sem pensar demais nas consequencias para si e para a sua vida. Daquelle que demonstra ter um pouco de orgulho e de amor-proprio. Daquelle que prefere perder luctando, do que ser vencido vergando a mola. Esta gente não percebeu que ha um tempo para a collaboração e outro para o braço-de-ferro. E que alem disso, na lucta, há um tempo para a palavra e os legalismos dos tribunaes, e outro para a acção directa, para os golpes de força, e para as armas. Não percebeu que não se discute questões philosophia com crocodilos. Castiga-se os criminosos e poncto final. É a unica coisa que os pode parar.

Não tiveram espírito de homens livres. Um homem livre não espera que alguem o defenda, sabe que é da sua responsabilidade fazel-o. Percebe que há no coração dos seus semelhantes instinctos perversos de dominação e de roubo que o obrigam a saber defender-se. Não confia no Estado para defendel-o, como se fosse alguma creança a pedir ao paizinho para protegel-a. Sabe que o Estado vae geralmente deixal-o à sua sorte, ou inclusivamente tomar partido pelos seus inimigos predadores (o que condiz perfeitamente com a sua natureza de instituição aggressiva). E por isso está preparado para o combatte, principalmente a nível mental, o mais importante. Quando o espírito combativo existe, as armas, o dinheiro e os alliados arranjam-se.

Geralmente falando, não tomaram attitudes de principio, attitudes radicaes (salvo algumas raras excepções). Adiaram o combatte. Não mactaram uns quantos canalhas. Não partiram umas pernas que mereciam ser partidas. Não fizeram guerra subversiva. Nem sequer aquillo que podiam ter feito na legalidade, por exemplo organizar um partido reaccionario, tentaram. De medo da impopularidade, de levar porrada e de irem presos, acabaram por perder tudo, o que foi bem pior. A ironia da situação é que na altura em que se decidiram a tomar uma attitude de homens com espinha – o 25 de Novembro – conseguiram immediatamente e perpetuamente amansar a Esquerda radical. Muitas vezes, nem é preciso combatter para ganhar. Basta mostrar ao adversario que se está pronto e disposto a luctar, para que elle abandone as suas fantasias.

É verdade que houve excepções. Houve combatte de grupos clandestinos em varios ponctos do paiz. Alguns proprietarios armaram-se e uniram-se. Houve reoccupações de propriedades roubadas, ou tentativas. E sobretudo, é mais facil fallar 30 ou 40 annos depois do que agir no momento, quando se está zonzo da pancada que se levou na cabeça. Mas mesmo assim, a crítica é geralmente acertada. O que os communistas fizeram era motivo sufficiente para reacções massivas e violentas por parte da população. Era motivo para uma autentica guerra civil contra os communistas. No entanto, poucas das victimas dos crimes de Abril mostraram espirito reaccionario, espirito vingativo, espirito insubmisso, espirito combattivo. Conformou-se com a sua sorte, e ainda hoje soffre as consequencias e os remorsos dessa escolha. Quanto ao povo, junctou-se muitas vezes, tacitamente ou explicitamente, aos criminosos.


HISTORIA CONTRA-FACTUAL: E SE TIVESSE HAVIDO COMBATTE?

Aqueles que se opunham aos crimes em curso na altura deviam ter tomado vários passos para se proteger e retaliar. Antes de mais, deviam ter constituído uma reta-guarda segura no estrangeiro. Por exemplo em Espanha, nos Estados-Unidos, ou no Brasil – países que na altura não seriam favoráveis a regimes comunistas. Deviam ter criado aí uma associação (legal, não-clandestina) de apoio às vítimas do comunismo português. Esta associação teria essencialmente como missão recolher informações sobre empresas e propriedades roubadas em Portugal, e sobre os executantes destes crimes (nome, morada, fotografias, posses). Teria como missão publicar livros/jornais a denunciar estas práticas, à intenção da opinião pública portuguesa (se fosse preciso, distribuindo clandestinamente estas publicações em Portugal, para evitar embargos das autoridades favoráveis aos comunistas). Denunciaria e nomearia os políticos, burocratas, polícias, guardas e militares que participassem em occupações e detenções illegítimas. Recolheria fundos, mais ou menos abertamente, para financiar a resistência interna aos abrilistas. E organizaria encontros de vítimas em lugares relativamente seguros – Espanha, por exemplo - com o intuito de unir e solidarizar a resistência, semeando as sementes duma resistência ulterior mais combativa.

Politicamente, no interior, devia ter sido criado um partido/movimento verdadeiramente liberal cujo objectivo seria, mais do que tomar o poder, criar militantes e simpatizantes em todos os pontos do país, criando as bases duma resistência popular e ampla ao estatismo triunfante. Este partido apelaria principalmente ao sentido de justiça – e aos interesses! – das camadas proprietárias e trabalhadoras da classe média do sector privado. Este partido, além de todos os outros aspectos que uma política liberal implica, teria que ser abertamente reaccionário no que toca a nacionalizações/ocupações (ou seja, não só contra novas expropriações, como também a favor da devolução de propriedades roubadas aos seus legítimos proprietarios).

Este partido oficial, de pela sua natureza aberta, não se poderia permitir cometer ilegalidades. Poderia aproximar-se da linha vermelha, sem nunca a transgredir em excesso, de medo de ser exmagado pelas autoridades. Só poderia dizer algumas coisas em público. Outras teria que afirmá-las por meias palavras, ou guardá-las para o interior do partido, para os “crentes”. Mas de qualquer forma, era necessário tomar posições contra o sistema estabelecido, o que de vez em quando levaria a castigos.

O partido, de pela sua natureza ideológica – ou seja, por não se limitar a promover os interesses materiais e o poder dos seus membros sem qualquer preocupação por questões de princípios, como o fazem os grandes partidos do sistema – teria que manter uma disciplina firme no seu seio. À moda comunista. É esta a única maneira de evitar abastardamentos ideológicos e traições. Aquelles que se comprometem com injustiças ou que não acreditam firmemente e coerentemente nos princípios dum partido – nomeadamente os princípios mais radicais que não podem ser expostos em público por questões de segurança – não podem aceder a posições de chefia e até nalguns casos devem ser expulsos.

Tanto o partido como as suas associações irmãs sediadas no estrangeiro teriam que salvaguardar cuidadosamente a sua independência. Há a tendência destes movimentos se tornarem correias de transmissão de poderes estrangeiros. Acabam assim por ser vistos como traidores anti-patrióticos, dedicados à conquista do país que pretendem defender, por forças estrangeiras. No caso da luta contra o comunismo, o “padrinho” do qual era mais óbviamente necessário desconfiar era o governo americano. O estado americano é um império como tantos outros. A luta contra o comunismo da Guerra Fria não teve somente, por isso, motivações genuínas. O objectivo principal do governo americano sempre foi ter regimes vassalos sob o seu comando, mais do que fomentar o capitalismo. O fomento de organizações reaccionárias teve sempre como objectivo pôr no poder elites governantes favoráveis a Washington. A Esquerda conseguiu frequentemente, por isso, apresentar a sua luta como um combate contra a opressão estrangeira, o que lhe granjeou sempre muitos adeptos.

Para evitar caír na armadilha duma luta entre Direita Vendida e Esquerda Patriótica – que só pode ser vantajosa à Esquerda, com o seu cortejo de políticas ladras – teria sido fundamental financiar as actividades de partidos anti-Esquerda (e organizações irmãs no estrangeiro) exclusivamente através de donativos de particulares, evitando a todo o custo depender de qualquer governo. Também seria importante depender do maior número possível de pessoas, mais do que de um grupo restrito de mecenas de bolso largo. Não fazê-lo seria tomar o risco de caír indirectamente sob o controlo de algum governo (financiador de um dos tais mecenas importantes...), ou de ver a estratégia do partido/organização ficar sob o controlo dos seus mecenas (que, frequentemente, percebem pouco de estratégia política e não entendem a necessidade de radicalismo, o que os leva a promover tomadas de posições excessivamente mansas, em nome da “respeitabilidade” e dos seus ganhos de curto prazo). Além disso, seria muito importante não deixar agentes de governos estrangeiros (CIA, etc...) apoderarem-se da organização, e estes teriam por isso que não ser aceites no seu seio, nomeadamente nas suas chefias. A única maneira de criar organizações mínimamente genuínas passa por financiá-las e provê-las de activistas junto da população em geral.

Incidentemente, todo este activismo devia ter sido feito já antes do 25-A, combatendo as imoralidades dum regime que, apesar de não ser comunista, era tudo menos liberal. Se assim fosse, as forças pro-liberdade e a classe proprietária não estariam desarmadas e desorganizadas na sequência do golpe, face a um Poder que de um momento para o outro se lhes tornara muito mais hostil.

Pode-se imaginar formas de lucta mais intensa, mas indo ellas contra a lei e até o bom senso, não serão aqui defendidas. A Auctoridade, apesar de todos os seus defeitos, tem uma funcção paternal que merece ser respeitada e que não pode ser offendida pela violencia.


AINDA VAMOS A TEMPO.

Todo este trabalho de activismo, de recolha de informações e de luta, devia ter sido feito na altura. Mas não foi. Por isso, há-que retomá-la agora.

Há que começar a criar organizações dedicadas à recolha de informações: quem fez o quê, e quando? Quem roubou e quem agrediu, quem ocupou e quem continua a ocupar? É preciso recolher a morada, a fotografia, e a descrição patrimonial desta gente toda, para podê-la fazer sofrer de seguida. Há que utilizar a fabulosa ferramenta que é a Internet para divulgar estas informações e para que a escumalha não tenha uma velhice descansada à custa do património alheio, mas antes sofra a vergonha e o opprobrio publico. Há que recolher dinheiro por esta causa. E se fôr preciso, há que fazer este trabalho de divulgação recorrendo a bases/servidores-internet estrangeiros inalcançáveis pelo Poder nacional.

Alguns dos novos ocupantes (ou os seus trabalhadores actuais) não têm consciência de ter comprado (de estarem a trabalhar numa...) propriedade roubada, estando de boa fé. Mas isto não tira às vítimas o direito de recuperar o que é seu. Simplesmente, implica que os proprietários de boa fé se podem ressarcir da venda fraudulenta – porque não baseada num título de propriedade legítimo – que lhes foi feita sobre os ladrões originários.

Há que pressionar o Poder para que feche os olhos perante o combate que se vai desenvolver, e não defenda o status quo ilegítimo. Esta neutralidade do Poder é difícil de alcançar, de pela simples razão que o Poder actual nasceu do 25 de Abril e collaborou nos seus crimes, e porque muitos “revolucionários” da altura são actualmente figuras mais ou menos importantes do Sistema, defendendo-o com dentes e unhas (o vulgo “revolucionário emburguesado”). Os ladrões pós-25-A estão à espera que as suas vítimas morram, pouco a pouco, para que a questão perca gradualmente a sua importância.

O estado é cúmplice do status quo actual. Deve ser visto e tratado como tal. Os agentes do sistema – polícias, guardas, militares – devem perguntar-se de que lado da barricada estão. Colaboradores ou resistentes? A desculpa de que estão simplesmente a “obedecer às ordens” não os exonera. Os políticos que neles mandam não têm armas para os forçar a obedecer. Elles, homens de armas, é que têm a força do seu lado. Se quiserem, têm a possibilidade de matar os seus patrões, não o inverso. Quanto à desculpa de que não acatar ordens – mesmo que injustas – lhes pode trazer castigos por parte dos seus colegas leais ao Poder também não serve. Têm perante este dilema, somente duas hypótheses legítimas por onde escolher: 1) demitir-se; 2) combater os seus colegas que tomem partido por ladrões e por leis injustas. O uniforme e as leis dos homens não dão a ninguém o direito de violar os princípios superiores que a consciência e o coração revelam. Sobretudo quando se sabe que estas leis são compradas por lóbis de toda a espécie, sem qualquer pudor, e sem qualquer preoccupação por questões de justiça

Através do sistema eleitoral, pode-se começar a castigar os políticos vendidos, nem que seja para conseguir um enfraquecimento da repressão policial sobre os reaccionários. Contudo, é melhor não fazer um trabalho à Pinochet. Não se deve tomar o Poder, eleitoralmente ou através dum golpe de estado, com a intenção de “exmagar o esquerdalho”. Mesmo que se conseguisse com uma mão punir certas injustiças, acabar-se-ia por mandar na sociedade com outra, pois o estado é coercivo por natureza. O movimento, de libertador, passaria a parasita. O seu objectivo não deve ser o governo, mas a oposição (por exemplo, parlamentar). Não uma função de governação, mas antes de contra-poder...

CONCLUSÃO.

É tempo de perder a vergonha, de ser implacável, de não conceder nem um milímetro ao Inimigo, de não deixá-lo pavonear-se na sua pretensa superioridade moral (de ladrão?!), e de não o deixar gozar dos seus bens mal adquiridos. Castigar esta gente é uma função importante que qualquer movimento dedicado à liberdade de Portugal tem que assumir. Este trabalho reaccionário, além de servir de aviso para aqueles que no futuro tivessem ideias cleptomaníacas, serviria de epílogo feliz ao intervalo de inspiração marxista que se viveu em Portugal nas últimas décadas. Seria a consequência nobre do repúdio pela opinião pública dos perversos ideais socialistas.


A Luta Continua!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Palerma


Polaquices


Os polacos formam um pequeno povo entre dois gigantes: a Allemanha e a Russia. Em vez de promoverem boas relações com os seus vizinhos directos, vão ao poncto de hostilizal-os, confiando para a sua segurança em alliados distantes que na hora da afflicção os abandonarão.

Estão condenados a apprender uma segunda lingua.

domingo, 22 de janeiro de 2017

O Povo e a Corte

A relação de Africa com a Europa é a do povo com a corte. Pequenos erros moraes e intellectuaes na corte reflectem-se por grandes calamidades no povo. E o chaos só chega à capital depois do campo estar a ferro e fogo.

É pelo facto do mundo branco estar impuro que Africa, por natureza receptiva, está uma desgraça. Por isso mesmo, o renascer da Europa e da Christandade trará a salvação a Africa.

O Demagogo e o Propheta

O Demagogo diz ao povo o que quer ouvir. O Propheta diz-lhe o que precisa de ouvir.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Levantar o Padrão


Da ultima vez que os portuguezes estiveram em Africa, permaneceram mais de quinhentos annos. Da proxima vez que para lá forem, ficarão por mil annos... Se Deus quizer. 

domingo, 15 de janeiro de 2017

Colonização, Descolonização e Recolonização

A Historia ha-de ver a descolonização como um episodio tragico entre duas edades de ouro. Um simples tempo de penitencia.

Terra de Bandidos

O Brazil é uma selva. Emquanto os portuguezes não puzerem mãos na sua obra, pela manha e pela espada, a bandidagem reinará.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

A Grande Magoa de Portugal

A vergonha do abandono e da traição de Africa.

As Asturias de Africa


Preto Bonito


O Triumpho dos Coptas


Mais tarde ou mais cedo, o Egypto entrará em guerra civil. Os islamistas das forças armadas insurgir-se-ão e conquistarão uma grande parte do paiz. À medida que forem avançando, submetterão as populações musulmanas, e expulsarão os christãos, que tenderão a concentrar-se no Egypto legitimista.

A dada altura, os christãos tornar-se-ão maioritarios face aos musulmanos sob a auctoridade do Estado do Egypto. Reaffirmarão a sua Fé a nivel politico e militar, expulsando as populações islamicas, e travando os insurrectos djihadistas.

Os christãos vão herdar o Egypto. Apoz mais de um millenio sob o jugo mahometano, conquistarão o poder, e alcançarão a segurança.

Viva a Guerra Civil!

Ajudar Africa

Em Africa, não se deve dar, deve-se mandar.

Sarmatia

Ucrania + Novarussia + Crimeia

domingo, 8 de janeiro de 2017

Combattente da Liberdade

No seculo XX, um grande portuguez combatteu o terrorismo, o racismo e o totalitarismo em varios continentes.

Este homem chama-se Antonio de Oliveira Salazar.

Spinola: Palerma

O General Spinola foi um dos principaes responsaveis das tragedias do 25 de Abril 1974. Numa primeira phase, e como o explicou o Dr. Marcello Caetano nas suas memorias do exilio, subverteu a auctoridade à qual tinha prestado juramento - o Estado Novo. Depois disso, assumiu a chefia do Estado no seguimento immediato do golpe de Estado. Finalmente abandonou e trahiu todos os cidadãos e soldados do Ultramar, com os quaes e pelos quaes tinha luctado, assinando os decretos de entrega das provincias ultramarinas às organizações terroristas que lhes tinham travado guerra.

Feito isso, consagrou as suas energias a combatter - inclusivamente atravez dum de golpe de Estado falhado - os radicalismos de Esquerda que a sua idiotice e immoralidade tinham libertado, o que seria de prever para qualquer homem com conhecimento dos phenomenos revolucionarios. Quando os filhos mactam o pae, os irmãos acabam por se combatter...

Ou seja, esse malabarista sem convicções revoltou-se não contra um, mas sim contra dois regimes que tinha por obrigação proteger! E nas duas instancias de forma illegal e violenta, correndo o risco de provocar guerras civis. Um militar revolucionario que virou do lado da reacção, portanto. O que talvez pudesse ser considerado como uma honrosa tentativa de corrigir os erros passados, e de salvar o paiz, se não estivesse associado à procura do poder pessoal.

Esse homem deve ser considerado como um ambicioso sem cabeça, e pouco mais.

Maldicto bandido italiano.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Dérapons!




Multinacionalismo

O estado-nação não tem futuro. Um imperio só pode ser travado por um contra-imperio. Face às aggressões das grandes nações, os povos mais fracos precisam de se unir, procurando encontrar os difficeis equilibrios que taes uniões requerem.

Vergar a Nuca

Das varias provincias africanas de Portugal, Angola era a joia da coroa. Com a descolonização e a independencia, tornou-se orgulhosa e arrogante. A guerra só acabará no dia em que Angola se reconhecer como filha de Portugal.

India

Paquistão + Bangladeche + Ceylão + Nepal + Butão + Maldivas